Beemote (Paraceratherium transouralicum)
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Nomes alternativos: indricotério, beemote (português), tapiratuxaua (tupi), behemoth (holandês, inglês), indrik (russo), bruhatkaya (sânscrito). Comprimento médio: 8 metros, mais 2 m de cauda. Altura: 5 metros no ombro; pode esticar a cabeça para alcançar folhas a 8 metros. Massa média: 18 toneladas (+22½), Hábitat: Ásia, de 38.000.000 a.C. até 25.000.000 a.C. Inteligência Abstrata: -13; Inteligência Concreta: -4; Resistência: +4; Proteção: +1; Tamanho: +3; Saúde: +2; Mobilidade: -2; Sentidos: +3 (Olfato: +10; Audição: 0; Visão: 0); Dificuldade de treinamento: +4. Habilidades: Força: +21; Combate: +2; Esquiva: 1; Natação: +4; Corrida: +7; Caça: 0. Manobras de combate: Mordida: (+4 / +4); Pisoteamento: +5½. |
Características
O Paraceratherium transouralicum (também chamado Indricotherium transouralicum e Baluchitherium grangeri) foi o maior mamífero terrestre que já existiu. Viveu na Ásia durante o período Oligoceno. Pode ser descrito como um rinoceronte gigante e sem chifres. Sua principal defesa contra inimigos era pisoteá-los. Era mais vulnerável quando bebia água, pois abaixava-se com de forma desajeitada e com dificuldade, mas é pouco provável que qualquer predador ameaçasse um desses animais adulto.
O crânio tem cerca de 1,3 m de comprimento. Tinha apenas dois grandes dentes acima e dois abaixo, largos e fortes. O lábio superior, grande e flexível, o ajudava a agarrar folhas de árvores, que comia como uma girafa. Vivia em pequenos grupos familiares, procurando árvores dispersas em savanas semi-áridas.
Espécies afins
A classificação do Paraceratherium transouralicum e seus parentes próximos é polêmica. O animal que aqui descrevemos foi descoberto em 1913 pelo paleontólogo inglês Forster Cooper que o chamou de Paraceratherium. Em 1922, fósseis semelhantes foram classificados como Indricotherium transouralicum pela paleontóloga russa Maria Pavlova. No ano seguinte, um cientista norte-americano chamado Henry Fairfield Osborn batizou fósseis, aparentemente da mesma espécie descoberta por Cooper, como Baluchitherium grangeri. Há quem considere os três como espécies diferentes, mas o mais provável que se tratem do mesmo animal.
Foram identificadas pelo menos três outras espécies muito semelhantes: Paraceratherium bugtiense (também chamado Baluchiterium osborni), Paraceratherium prohorovi e Paraceratherium orgosensis (também chamado Dzungariotherium turfanensis e Paraceratherium lipidus). Distinguem-se principalmente pela dentição.
Outra espécie, menor e mais leve, foi chamada de Indricotherium parvum e também de Urtinotherium incisivum.
O Brasil dos outros 500
No Brasil dos outros 500, o paraceratério é raro, mas ainda existe nas savanas da Índia e nas estepes da Ásia Central. É popularmente conhecido como beemote e identificado com o lendário animal da Bíblia.
Atlântida
No universo de Atlântida, os paraceratérios são encontrados no Império de Agartha.
Solidariedade Galáctica
No Universo da Solidariedade Galáctica, os paraceratérios ou beemotes continuam a existir com a mesma distribuição do Brasil dos outros 500.